Mulheres e a falta de representatividade na computação

     


Segundo o jornal da USP, “na década de 1970, cerca de 70% dos alunos de Ciências da Computação, no IME eram mulheres hoje 15%”, essa era primeira turma do Instituto de Matemática e Estatística (IME). No início o computador era uma somente uma máquina de fazer cálculos e processamento, após o computador se tornar uma ferramenta pessoal popularizado pela IBM e a Apple, os jogos ficaram populares e ganhando um estigma masculino segundo a professora do IME Renata Wassermann. O professor e coordenador do IME Marcos Dimas Gubitoso, ressalta que um fator a se levar em consideração é a associação com o curso de licenciatura de matemática, a licenciatura ainda é uma área com maior presença feminina.

A professora Inês Homem de Melo, ex-aluna e professora no IME diz que nunca imaginou que a situação se inverteria, no filme Estrelas Além do tempo mostra a trajetória de 3 cientistas afro-americanas da NASA, até se tornarem heroínas da nação sendo uma parte crucial na Guerra Fria. Dorothy, Katherine e Mary tiveram que provar sua competência, e superar dificuldades da segregação racial e o preconceito de gênero.

No filme, quando atuavam como “computadores”, antes da chegada do IBM o grupo que fazia cálculos era composto por mulheres negras, e posteriormente tiveram que se adaptar a linguagem de programação Fortran. Katherine foi a primeira mulher a poder participar das reuniões secretas, Dorothy a primeira supervisora Negra e Mary a primeira engenheira aeroespacial da NASA.

Segundo a universidade de Southeastern Louisiana University nos Estados Unidos, o estudo mostrou que as mulheres são menos incentivadas a buscar carreiras na área de tecnologia atualmente, ele ressalta que mulheres como Ada Byron e Grace Murray Hopper ser usadas de exemplo e incentivo

            Hoje em dia Camila Achutti trabalha para incentivar, discutir e apresentar a área novamente para as mulheres, ela relata que quando se matriculou IME sentiu deslocada pois a maioria dos alunos já tinham uma noção sobre algoritmo e logica de programação. Camila Achutti é serve de mais um exemplo importante e destaque incentivando mais mulheres a buscarem área.

 

 

 

 

Bibliografia:

https://jornal.usp.br/universidade/por-que-as-mulheres-desapareceram-dos-cursos-de-computacao/

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